segunda-feira, 22 de outubro de 2012
Foi um devaneio meu, um veraneio seu..
Às vezes, meu amor, tudo que a gente tem que fazer é simplesmente deixa ir, se esvaziar. Não era hora de me esvaziar de você, mas você estava se esvaziando de nós dois. Eu sentia isso. E exatamente por sentir tanto que eu preferiria sair do seu caminho. Eu já arquitetava o plano. Me doía, mas eu sabia que eu era seu problema. E que precisava sair do caminho. Talvez te amar de longe não fosse tão ruim assim, sabe? Eu te deixaria com uma lágrima no olho, mas logo te veria feliz reconstruindo seus planos, sua vida. Era melhor. Afinal, você me ensinava que quando é amor mesmo, a gente não se importa se a pessoa está longe ou perto. A gente se importa se ela está feliz. Paixão odeia distância, quer se fazer dona. Amor camufla o sentimento e deixa ir. Como me dói dizer isso, mas eu precisava te deixar, meu amor. Eu precisava.
domingo, 14 de outubro de 2012
quarta-feira, 23 de maio de 2012
Eu queria ter aquele jeito de garota desencanada com tudo, aquela do tipo que não liga pra pequenos detalhes e que não se deixa abalar por miseras coisas. Queria me sentir autentica e bem todos os dias, não digo querendo ser melhor que os outros, apenas eu mesma e me sentir bem e bonita. Infelismente as pessoas não podem ter tudo que querem, como por exemplo algo material ou tipo isso. Eu apenas quero ser feliz e encontrar uma maneira de seguir enfrente com meus ideiais e realizar meus sonhos. E agora, sentada na minha cama enrolada em uma toalha, acabada de sair do banho, eu me dispeço, falando que por enquanto vou ser assim, a bobinha que liga pra qualquer coisa, e que deixa o mesmo a abalar. Aquela que eu quero ser, talvez ela exista dentro de mim, ou talvez não, e mesmo que por um exato momento eu me veja assim, como a desencanada, eu sinto que essa não sou eu, essa não é nem um pouco de mim, não adianta. sinto muito, sinto muito por mim mesma.
O dia estava frio. Eu imagino que tinha sol, pois não sai pra fora de casa. Os passarinhos cantavam felizes do lado de fora da minha janela. Se eles soubessem como eu estava me sentindo, era capaz de chorarem comigo. Era umas 6 e 20 da manhã quando minha mãe me chamou pra ir pra escola e naquela hora eu já sabia que não iria. O meu coração batia forte, doendo parecendo que eu havia apanhado, Minha cabeça estava pesada demais e meus olhos estavam inchados parecendo que eu havia levado um soco. Minha unica vontade era de morrer (o que já não era novidade, se tratando de mim). Como eu sabia que morrer naquele momento era impossível, eu me deitei de novo tentando segurar o choro e achando que quando acordasse (pela segunda vez),estivesse tudo bem. Acho que agora eu preciso começar a contar as coisas que aconteceram pro meu dia ser tão péssimo assim.
Bom, ontem, eu sai de casa acompanhada do meu namorado, achando que as coisas fossem dar certo e a gente fosse ficar bem, já que na sexta a gente havia terminado. No caminho pra sua casa, a gente foi bem, conversando, mais eu não estava muito interessada nas coisas porque minha cabeça anda muito avoada. Chegamos. Esqueci de dizer que a gente não deu as mãos em um caminho próximo a sua casa, por um fato que agora, eu já nem me lembro mais. Enfim, melhor eu parar de enrolar e ir logo ao inicio de tudo. Entramos. Ficamos bem, rimos, vemos um filme que aliás era uma coisa que ele amava: tropa de elite. Eu gosto também, mas ainda prefiro meus romances.
Depois de um certo ponto, eu deixei algo acontecer e CABUF! simples assim pra ser o fim de tudo que construimos. Sabe, até agora não entendi, não entendi mesmo, absolutamente é intendivel. Existe essa palavra? Não sei.
Eu chorei por umas duas horas seguidas, mais por incrivel que parece eu não estava com ódio dele, mas sim de mim. Ele se foi. Me deixou na minha cama e foi embora com seus cigarros que eu digo que são tipo calmantes pra ele. (tipo o rivotril pra mim).
Agora, a unica coisa que espero é que fique tudo bem com ele enquanto eu não estiver por perto.
Eu só quero ficar bem também e sarar de tudo que anda me fazendo mal, pra depois ir atras do que me faz feliz. Se vai ser ele? Quem sabe. Eu bem que queria. (risos)
Encerro aqui essa LOOOONGA história . Fique bem meu amor
Bom, ontem, eu sai de casa acompanhada do meu namorado, achando que as coisas fossem dar certo e a gente fosse ficar bem, já que na sexta a gente havia terminado. No caminho pra sua casa, a gente foi bem, conversando, mais eu não estava muito interessada nas coisas porque minha cabeça anda muito avoada. Chegamos. Esqueci de dizer que a gente não deu as mãos em um caminho próximo a sua casa, por um fato que agora, eu já nem me lembro mais. Enfim, melhor eu parar de enrolar e ir logo ao inicio de tudo. Entramos. Ficamos bem, rimos, vemos um filme que aliás era uma coisa que ele amava: tropa de elite. Eu gosto também, mas ainda prefiro meus romances.
Depois de um certo ponto, eu deixei algo acontecer e CABUF! simples assim pra ser o fim de tudo que construimos. Sabe, até agora não entendi, não entendi mesmo, absolutamente é intendivel. Existe essa palavra? Não sei.
Eu chorei por umas duas horas seguidas, mais por incrivel que parece eu não estava com ódio dele, mas sim de mim. Ele se foi. Me deixou na minha cama e foi embora com seus cigarros que eu digo que são tipo calmantes pra ele. (tipo o rivotril pra mim).
Agora, a unica coisa que espero é que fique tudo bem com ele enquanto eu não estiver por perto.
Eu só quero ficar bem também e sarar de tudo que anda me fazendo mal, pra depois ir atras do que me faz feliz. Se vai ser ele? Quem sabe. Eu bem que queria. (risos)
Encerro aqui essa LOOOONGA história . Fique bem meu amor
Assinar:
Postagens (Atom)